texto comentado 2
O Filho do Trovão, que em baixel ia por passadas tormentas ruinoso, vê que do grosso mar na travessia se sorve o lenho pelo pego undoso; bem que constante, a morte não temia, invoca no perigo o Céu piedoso; ao ver que a fúria horrível da procela rompe a nau, quebra o leme, e arranca a vela.
Este é um trecho da obra Caramuru de frei Santa Rita Durão, nele podemos destacar o uso da mitologia grega comum a obra camoniana, da qual o texto de Santa Rita Durão é inspirada.Na obra Caramuru Há também a busca de valores clássicos, característica Árcade.
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Texto comentado
Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d’expressões grosseiro,
Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
Graças à minha Estrela!
Esse é um trecho da obra Marília de Dirceu de Tomás Antônio Gonzaga (pseudômino Dirceu), no qual ele exalta a beleza de Marília em -Graças, Marília bela,/Graças à minha Estrela!- e sua afeição pelo ambiente campreste valorizando os seus produtos em -Dá-me vinho, legume, fruta, azeite; /Das brancas ovelhinhas tiro o leite,/E mais as finas lãs, de que me visto.-
Eu, Marília, não sou algum vaqueiro,
Que viva de guardar alheio gado;
De tosco trato, d’expressões grosseiro,
Dos frios gelos, e dos sóis queimado.
Tenho próprio casal, e nele assisto;
Dá-me vinho, legume, fruta, azeite;
Das brancas ovelhinhas tiro o leite,
E mais as finas lãs, de que me visto.
Graças, Marília bela,
Graças à minha Estrela!
Esse é um trecho da obra Marília de Dirceu de Tomás Antônio Gonzaga (pseudômino Dirceu), no qual ele exalta a beleza de Marília em -Graças, Marília bela,/Graças à minha Estrela!- e sua afeição pelo ambiente campreste valorizando os seus produtos em -Dá-me vinho, legume, fruta, azeite; /Das brancas ovelhinhas tiro o leite,/E mais as finas lãs, de que me visto.-
----os pseudôminos---
Os pseudôminos usados pelos árcades eram uma espécie de apelido criados por eles mesmo, esses apelidos eram sempre nomes simples de camponeses, nada extravagante para simbolizar o "desejo" de uma vida simples e bucólica, longe dos agitos e conturbações urbanas que era uma das bandeiras defesndidas peo árcadismo-a busca pela simplicidade.
Apesar disso, grande maioria desses poetas era da classe burguesa, que estava no processo e ascensão, ou seja, tinham ótimas condições financeirase não estavam realmente prontos a abandona-la por uma vida no campo.
Os pseudôminos usados pelos árcades eram uma espécie de apelido criados por eles mesmo, esses apelidos eram sempre nomes simples de camponeses, nada extravagante para simbolizar o "desejo" de uma vida simples e bucólica, longe dos agitos e conturbações urbanas que era uma das bandeiras defesndidas peo árcadismo-a busca pela simplicidade.
Apesar disso, grande maioria desses poetas era da classe burguesa, que estava no processo e ascensão, ou seja, tinham ótimas condições financeirase não estavam realmente prontos a abandona-la por uma vida no campo.
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